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O CÂNTARO E A FONTE

“Veio uma mulher de Samaria tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber” João 4.7

 Introdução: Mais uma daquelas situações em que uma pessoa se encontra diante de duas realidades entre as quais deve escolher uma. A mulher se encontra entre o cântaro que carrega e a fonte que encontrou. Vamos falar da temporalidade do cântaro e da eternidade da fonte, da pequenez do cântaro e da excelência da fonte, da limitação do cântaro e da eterna suficiência da fonte.

 O cântaro era o recipiente que a mulher usava para buscar água no poço de Jacó com o fim de abastecer sua casa. Enquanto que a fonte era Ele, que se encontrava ali para saciar a profunda sede que a mulher carregava. Que faremos? Permanecemos com o cântaro, ou nos lançamos na fonte?
1.    O Cântaro

a)    O esforço humano em construir sua felicidade.
O cântaro era carregado pela mulher desde a sua casa até o poço de Jacó, portanto o cântaro fala desde esforço humano em ir buscar a sua própria felicidade que sempre termina em frustração.       

A felicidade humana não depende da intensidade de seu esforço, mas da descoberta do que ela consiste.

b)    A limitação da experiência humana.
O cântaro não comportava a quantidade de água que a família necessitava para a sua vida, era limitado, assim são as experiências humanas, são “eternas enquanto duram”, trazem a ilusão de serem duradoras, mas logo passam. Assim a pobre mulher observava que toda a água do cântaro logo se acabava.
c)    O ciclo repetitivo de buscas do ser humano.
Pela limitação do cântaro se estabelecia um ciclo de vida – todos os dias retornar ao poço. Assim é a experiência humana e os seus relatórios, todos os dias buscar algo mais forte, uma experiência mais intensa, uma droga mais forte, um ganho financeiro mais considerável, todos os dias.
d)    A religiosidade humana com suas limitações.
O cântaro era uma espécie de talha, pote, que também era utilizado para a lavagem cerimonial de religiosos, o que nos aponta para a fragilidade da religiosidade humana em satisfazer seus profundos anseios. O cântaro da religião sempre nos deixará com sede!

2.    A Fonte

a)    A fonte que vem ao nosso encontro.

Enquanto o cântaro fazia a mulher andar ao encontro de poços que não lhe saciava a sede, a fonte veio e lhe esperou para dizer-lhe “nunca mais terá sede”. Se você realmente tem sede e isto reconhece de coração, não precisará ir muito longe, pois a fonte virá ao seu encontro.
b)    A fonte de onde se bebe e nunca mais volta a ter sede.

Esta fonte acaba o ciclo repetitivo de vida, onde o homem se esvai de ansiedade, agora a fonte te diz, se beberes, nunca mais terá sede! Não terás sede de mais dinheiro, não terás sede de carros do ano, não terás sede de fama, “nunca mais terás sede” porque bebestes da fonte que é Cristo!
“Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede” (João 4.14)

c)    A fonte que nos torna fonte!
O mais impressionante desta verdade é que quando bebemos da fonte nos tornamos fonte! Ao beber da fonte somos transformados em pequenas fontes da água da vida. Centenas de pessoas beberam da fonte por causa daquela mulher, milhares beberão da fonte por causa de você.
“Porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna” (Jo 4.14)
Conclusão: Beba da fonte que é Cristo e torne-se uma fonte de água viva para todos que lhe cercam. Quando as pessoas vierem a você, que encontrarão... fonte de água viva!




 

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